Sobre relacionamentos

Li a resenha que o João fez sobre Salto Mortal (o epub já foi pro "saco" e um dia chego nele - antes, a Mãe) imediatamente depois de terminar este artigo do outro João.

Como todo mundo, tenho meus próprios dogmas.

Quero crer que também permito (tento) que eles evoluam comigo a cada novo relacionamento e durante cada um.

Por esse motivo é que gosto de tais leituras - traço paralelos, me conecto, contesto, discordo, concordo, aprendo.

Mas consciente de que "... em um assunto tão absolutamente pessoal quanto nossas decisões de teor romântico, é sempre importante lembrar que as vontades que realmente importam são as nossas e as das pessoas de quem gostamos e não algum ideal de relacionamento de amigos, conhecidos ou parentes."


Comentários

Falamos de consciência... “Talvez sejamos, hoje, somente a coleção de memórias que guardamos. Por isso nossa ânsia em desenhar melhor as próximas páginas...” Sabe quem escreveu isso, né? (rs)

Eu acrescentaria: somos uma coleção de rascunhos constantemente revisados; uma história dependente da conservação de nossas memórias (“armazenadas” não como ideias, ou conceitos, mas por fragmentos); uma ficção que chamamos de “eu”. Se é assim com algo tão particular e exclusivo quanto um “eu”, imagine como será com algo bem mais complexo, como um “nós”!
Anônimo disse…
Honestamente posts como dos dois "joãos" me assustam!

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