Força!
Eu tenho algumas curiosidades antropológicas ainda a experimentar:
- Ir num desses festivais de música (tipo Lollapalooza).
- Ir numa dessas casas noturnas "temáticas" (tipo ABC Bailão, The Week, Ursound...).
Da mesma forma que só passei a consumir molho de tomate aos 11 anos, ovo frito lá pelos 14 e "outras coisas" aos 22, não vivi nada disso ali em cima quando mais jovem e sinto que perdi algo precioso ou pelo menos divertido.
Talvez "perda" seja muito forte - não tenho nenhuma reclamação ou desgosto a respeito de como levei minha vida juvenil. Simplesmente me divertia do meu jeito. Mas reconheço que "meu jeito" foi moldado por um quê de medo e preconceito. E de falta de companhia, porque covarde demais pra ir atrás de montar uma "minha turma" em vez de esperar que ela se formasse espontaneamente, como acontece enquanto você está na escola ou num emprego. Como nestes não rolou de as turmas serem mais ativas, fiquei parado também. E mesmo que me empolgue bem mais por um show solo, completo, do Imagine Dragons (em abril próximo), ficou um gosto de "poxa, eu bem que poderia ter ido..." quando se apresentaram no festival do ano passado. E cadê o Mumford, que não volta?
Balada gay então... "que vou fazer lá se não danço nem bebo?" tem sido o pensamento há décadas. "Cara... vai lá pra conhecer!" devia ser motivo suficiente. Mas meus olhinhos brilham muito mais pela possibilidade de ser agarrado e sair voando com o povo do Fuerza Bruta (ingressos já adquiridos!). Que coisa mais supimpa!!
Contudo, e voltando ao assunto, ainda tô muito novo pra ficar em casa escutando musiquinha indie...
- Ir num desses festivais de música (tipo Lollapalooza).
- Ir numa dessas casas noturnas "temáticas" (tipo ABC Bailão, The Week, Ursound...).
Da mesma forma que só passei a consumir molho de tomate aos 11 anos, ovo frito lá pelos 14 e "outras coisas" aos 22, não vivi nada disso ali em cima quando mais jovem e sinto que perdi algo precioso ou pelo menos divertido.
Talvez "perda" seja muito forte - não tenho nenhuma reclamação ou desgosto a respeito de como levei minha vida juvenil. Simplesmente me divertia do meu jeito. Mas reconheço que "meu jeito" foi moldado por um quê de medo e preconceito. E de falta de companhia, porque covarde demais pra ir atrás de montar uma "minha turma" em vez de esperar que ela se formasse espontaneamente, como acontece enquanto você está na escola ou num emprego. Como nestes não rolou de as turmas serem mais ativas, fiquei parado também. E mesmo que me empolgue bem mais por um show solo, completo, do Imagine Dragons (em abril próximo), ficou um gosto de "poxa, eu bem que poderia ter ido..." quando se apresentaram no festival do ano passado. E cadê o Mumford, que não volta?
Balada gay então... "que vou fazer lá se não danço nem bebo?" tem sido o pensamento há décadas. "Cara... vai lá pra conhecer!" devia ser motivo suficiente. Mas meus olhinhos brilham muito mais pela possibilidade de ser agarrado e sair voando com o povo do Fuerza Bruta (ingressos já adquiridos!). Que coisa mais supimpa!!
Contudo, e voltando ao assunto, ainda tô muito novo pra ficar em casa escutando musiquinha indie...
Comentários
2) Ué, você não havia dito que conhecia o ABC? (rs)
3) Aos 22 eu já estava meio cansado dessas “outras coisas”...
4) Pelo menos tenho bom gosto com minhas musiquinhas indie!
2) Eu? Cê bebeu. E se foi no blog, lembre-se: "Baseado em fatos. Reais ou não."
3) É, nota-se que cê é um cara cansado...
4) Às vezes sim - outras tantas, que horror! Sem contar que indie demais dá vontade de cortar os pulsos, né? Botar alguma coisa mais agitadinha, pra variar?
Essa ultima teoria.... não é pra mim.
Beijos
Mas já fui em dois shows da Ivete Sangalo! kkkkk
Acho que a gente tem que se manter aberto às oportunidades, mas ainda acredito na máxima... A gente não precisa comer o donut para saber que é doce! :P
Abração.
Olha, festival de música já tive a experiência e detestei.
Agora, festa temática eu nunca fui também. Devo dar as caras em São Paulo no início de Maio. Vamos numa Ursound da vida? HAHAHA
E se beber e dançar não são motivos, conhecer pessoas novas pode ser uma ótima opção, neste caso, não vá a The Week.
Porém eu sou do grupo que acha que vc sempre deve conhecer os lugares, nem que seja para poder dizer "nunca mais piso lá".
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