Vamos falar de futebol?
"Irmão! Vamos levar a Mamãe na abertura da Copa? A venda de ingressos começa amanhã (hoje) e dá pra pagar meia atrás do gooooooollll!! Ela disse que é o sonho dela!"
Tanta coisa melhor pra se sonhar... Mas mãe é mãe. Problema é ter que enfrentar o sorteio (Pagando antes? A descobrir...) porque lugar "barato" são bem poucos. Se eu vou junto? Putz! Carpe diem, santosha, oooooommmmm...
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Dois stalkers (pessoas que leem e não comentam) me questionaram sobre o comentário que eu censurei ontem. Não direi o nome dos stalkers (perde a graça) e muito menos o do comentarista porque gosto da pessoa e só tomei a liberdade de censurá-lo porque confio que já temos algum nível de amizade que me permite "trollar de volta", me permite pegar um comentário seu e exclui-lo pra servir de "exemplo", sem que o comentarista se sinta ofendido ou não-querido.
Até porque ele estava me zoando e quem manda aqui sou eu! :-)
Agora sério: achei "simbólico" eu fazer uso da censura justamente num post onde comento sobre abusos que cometemos online, num post onde digo que vou continuar filtrando esses abusos (que não julgo serem por maldade - se fossem, eu bloqueava a pessoa em si de uma vez). Não me excluo desse saco: eu mesmo devo ter pisado na bola algumas vezes. E também concordo que muitas vezes um comentário jocoso é o que basta pra nos tirar de um estado de mau-humor ou tristeza, quando é o caso.
Mas é preciso tato. Equilíbrio.
Mais ainda neste mundão digital. Porque na maioria das vezes não temos contato físico com as pessoas, pra podermos avaliar melhor sua situação emocional. Ou que nem cheguemos a tanto: palhaçada demais, o tempo todo, irrita... assim como reclamação demais. Claro que não posso exigir que as pessoas adequem suas postagens (blogs e /ou redes sociais) ao que eu acharia mais bacana! Por outro lado, não sou apenas eu que vem dando toque atrás de toque: menos, povo, menos... dá uma balanceada aí... a gente quer conhecer outras facetas suas...
De novo, esse conhecimento é prejudicado pela falta de contato físico real. Porque quando a gente se visita, se frequenta, fica menos "pesado" o comportamento online "monotemático" das pessoas. Porque temos oportunidade de vivenciar outras facetas de suas personalidades.
Pra tentar deixar bem claro: a pessoa que foi "defenestrada" no post anterior NÃO É o único alvo deste texto e eu NÃO VOU censurar outros comentários. Mas me reservo o direito de remover as marcações em postagens "palhacitas" do Facebook, por exemplo, porque às vezes exageram e porque minha família toda está entre meus amigos. E eu duvido que o comportamento seria o mesmo caso as pessoas imaginassem, antes de postar, que minha mãe, irmã, tia, madrinha, primos e primas estão na mesma "sala" conosco.
Essa é a medida do equilíbrio: brincar é muito bacana mas vamos dar uma olhada em quem está na sala, antes?
Ainda sobre o Facebook em específico: às vezes me desmarco não por me sentir trollado ou ofendido. Apenas para manter minha timeline limpa. Porque o propósito dela é o de colecionar "milestones", momentos bons e conquistas da vida da pessoa. Não existe "... contraiu doença" nos eventos que a gente pode postar, mas "... superou doença", capisce? Não é questão de alienação nem de "se mostrar feliz sem ser", mas o de focar nas coisas que nos fizeram felizes, porque tendemos a esquecê-las com muito mais facilidade que as que nos machucaram. Eu acho bem supimpa poder olhar no ano que passou e ver o que de bacana eu tenho pra relembrar e celebrar. E estar marcado em fotos de astrologia ou de travestis não é algo que combine muito com essa ideia.
A menos que EU MESMO esteja travestido e leeeendo, claro! Aí pode!!! :-)
Tanta coisa melhor pra se sonhar... Mas mãe é mãe. Problema é ter que enfrentar o sorteio (Pagando antes? A descobrir...) porque lugar "barato" são bem poucos. Se eu vou junto? Putz! Carpe diem, santosha, oooooommmmm...
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Dois stalkers (pessoas que leem e não comentam) me questionaram sobre o comentário que eu censurei ontem. Não direi o nome dos stalkers (perde a graça) e muito menos o do comentarista porque gosto da pessoa e só tomei a liberdade de censurá-lo porque confio que já temos algum nível de amizade que me permite "trollar de volta", me permite pegar um comentário seu e exclui-lo pra servir de "exemplo", sem que o comentarista se sinta ofendido ou não-querido.
Até porque ele estava me zoando e quem manda aqui sou eu! :-)
Agora sério: achei "simbólico" eu fazer uso da censura justamente num post onde comento sobre abusos que cometemos online, num post onde digo que vou continuar filtrando esses abusos (que não julgo serem por maldade - se fossem, eu bloqueava a pessoa em si de uma vez). Não me excluo desse saco: eu mesmo devo ter pisado na bola algumas vezes. E também concordo que muitas vezes um comentário jocoso é o que basta pra nos tirar de um estado de mau-humor ou tristeza, quando é o caso.
Mas é preciso tato. Equilíbrio.
Mais ainda neste mundão digital. Porque na maioria das vezes não temos contato físico com as pessoas, pra podermos avaliar melhor sua situação emocional. Ou que nem cheguemos a tanto: palhaçada demais, o tempo todo, irrita... assim como reclamação demais. Claro que não posso exigir que as pessoas adequem suas postagens (blogs e /ou redes sociais) ao que eu acharia mais bacana! Por outro lado, não sou apenas eu que vem dando toque atrás de toque: menos, povo, menos... dá uma balanceada aí... a gente quer conhecer outras facetas suas...
De novo, esse conhecimento é prejudicado pela falta de contato físico real. Porque quando a gente se visita, se frequenta, fica menos "pesado" o comportamento online "monotemático" das pessoas. Porque temos oportunidade de vivenciar outras facetas de suas personalidades.
Pra tentar deixar bem claro: a pessoa que foi "defenestrada" no post anterior NÃO É o único alvo deste texto e eu NÃO VOU censurar outros comentários. Mas me reservo o direito de remover as marcações em postagens "palhacitas" do Facebook, por exemplo, porque às vezes exageram e porque minha família toda está entre meus amigos. E eu duvido que o comportamento seria o mesmo caso as pessoas imaginassem, antes de postar, que minha mãe, irmã, tia, madrinha, primos e primas estão na mesma "sala" conosco.
Essa é a medida do equilíbrio: brincar é muito bacana mas vamos dar uma olhada em quem está na sala, antes?
Ainda sobre o Facebook em específico: às vezes me desmarco não por me sentir trollado ou ofendido. Apenas para manter minha timeline limpa. Porque o propósito dela é o de colecionar "milestones", momentos bons e conquistas da vida da pessoa. Não existe "... contraiu doença" nos eventos que a gente pode postar, mas "... superou doença", capisce? Não é questão de alienação nem de "se mostrar feliz sem ser", mas o de focar nas coisas que nos fizeram felizes, porque tendemos a esquecê-las com muito mais facilidade que as que nos machucaram. Eu acho bem supimpa poder olhar no ano que passou e ver o que de bacana eu tenho pra relembrar e celebrar. E estar marcado em fotos de astrologia ou de travestis não é algo que combine muito com essa ideia.
A menos que EU MESMO esteja travestido e leeeendo, claro! Aí pode!!! :-)
Comentários
beijão
á como um 'three ring circus': pode parecer a maior confusão, mas se cada um ficar na sua pista, a coisa vai direitinha até ao fim.
Bjao amigo do coração
Abraço.
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