Das coisas que me preocupam
“Há sujeira por todos os lados, como garrafas, restos de comida e cinzeiros cheios. São cenas para derrubar a aura fashion dos Stones: Richards está quase sempre sem camisa e de calça jeans puída; Jagger dá entrevistas a uma rádio de cueca e cabelo desgrenhado.
Cada um deixa transparecer o que tem de pior. Jagger é autoritário, ranzinza, dá chilique. Richards, alternando cigarros, bebidas e heroína, parece um zumbi, entre o riso solto e a carranca. Celebridades como Andy Warhol e o escritor Truman Capote ficam zanzando como moscas em torno dos Stones.
O quadro é depressivo. O baterista Charlie Watts aparece numa cena assistindo à TV, com ar perdido, olhando o vazio. Boa representação do momento emocional da banda.
Mas ‘Cocksucker Blues’ também tem música. E 1972 marca a melhor fase criativa dos Stones.” (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/07/1319062-titulo-de-documentario-proibido-dos-stones-vem-de-cancao-pornografica.shtml)
Sexo, drogas, rock’n’roll... e criatividade. Embora difundida, não tenho certeza sobre a noção de que o consumo de drogas proporciona maior e melhor produção cultural. Talvez seja o contrário: cérebros efervescentes demais acabam nos abusos para “acalmar” um pouco as ideias. Com certeza cérebros estressados demais estão propensos à segunda.
Meu lado racional aceita o consumo recreativo do que quer que seja. Porque seria tão errado afinal? Mas continuo contra comportamentos advindos do consumo irresponsável que prejudicam quem nada tem a ver com a diversão.
O problema é manter o consumo dentro do responsável. E meu lado emocional tem medo. Do mesmo tipo que os homofóbicos têm: o de pertencer à “classe” dos incontroláveis. Bom que eu sempre gostei de dormir, de um bom papo, de carinho: são coisas que aliviam meu estresse.
Durmo bem menos hoje.
---
Saco! Cedi mais uma vez ao amiguinho técnico de segurança: os chefes não permitem que seus funcionários sejam indicados à CIPA e ele veio me implorar pra eu continuar. Continuo. Mas deixei claro que minha participação é “no papel”.
Sexo, drogas, rock’n’roll... e criatividade. Embora difundida, não tenho certeza sobre a noção de que o consumo de drogas proporciona maior e melhor produção cultural. Talvez seja o contrário: cérebros efervescentes demais acabam nos abusos para “acalmar” um pouco as ideias. Com certeza cérebros estressados demais estão propensos à segunda.
Meu lado racional aceita o consumo recreativo do que quer que seja. Porque seria tão errado afinal? Mas continuo contra comportamentos advindos do consumo irresponsável que prejudicam quem nada tem a ver com a diversão.
O problema é manter o consumo dentro do responsável. E meu lado emocional tem medo. Do mesmo tipo que os homofóbicos têm: o de pertencer à “classe” dos incontroláveis. Bom que eu sempre gostei de dormir, de um bom papo, de carinho: são coisas que aliviam meu estresse.
Durmo bem menos hoje.
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Saco! Cedi mais uma vez ao amiguinho técnico de segurança: os chefes não permitem que seus funcionários sejam indicados à CIPA e ele veio me implorar pra eu continuar. Continuo. Mas deixei claro que minha participação é “no papel”.
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