Da arte de fazer de conta

"Eu ficava sozinha o tempo todo dentro de uma sala cúbica escura e forrada de veludo preto. (...) o vazio da imensidão do espaço precisava ser sentido pela atriz pois ele tem o mesmo peso dos personagens."

Fonte: http://omelete.uol.com.br/comic-con/cinema/gravidade-e-lindo-que-os-nerds-tenham-virado-os-novos-bacanas-diz-sandra-bullock

Bacana isso de fazer um ator "se sentir" no personagem, seja por laboratórios, seja com o auxílio dos "cenários" por assim dizer. São as brincadeiras de criança, que todos vivenciamos, extrapoladas à enésima potência (dependendo do orçamento do espetáculo!). Claro que podemos atuar somente baseados na própria imaginação, mas o esforço em "fisicamente" transportar alguém pra dentro desse mundo pretendido, pra um bom pisciano, é como música para os ouvidos!

Digo isto porque ontem a Irmã convidou:

- Irmão, vamos fazer um curso de teatro juntos? Sério! Acho que podemos ficar famosos! Hehe.

Em vez de negar ou colocar empecilhos (beijar uma menina em cena??), respondi simplesmente:

- Vamos!

E seja o que a Vida quiser...

Comentários

FOXX disse…
\o/

muito bem!
se colocar em novas situações
novas experiências
sempre nos enriquece.
o bom disto é q pode rolar uma peça gay com o Antônio Fagundes ... aí Edu ardo pira ... rs

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