Quem sabe?
Hoje me sinto um pouco chateado.
Conversando com o Rapha, dei-lhe meus sinceros parabéns: ao contrário de quase todos nós, ele me demonstrou ter coragem de assumir ser quem é, de deixar as regras claras e de não se desesperar enquanto quem as aceite não vem. É por aí - e oxalá ele se mantenha firme. Infelizmente quase todos nós não somos assim. Continuamos a preferir a mentira, apenas para não precisarmos encarar que adoramos santos que são de barro. Tão de barro como quase todos nós (como eu mesmo), aliás, então não deveria haver culpa ou decepção.
Mas vejo o aplauso à ilusão. À percepção entorpecida de algo que apenas eu conheci de verdade.
A verdade... Sempre uma escolha dura, essa tal de verdade... Sempre nos expõe fracos. Não sou dono da verdade. Nem sei se estou mesmo certo - me negaram a possibilidade de saber. De perguntar. Me afasto, então. Não com raiva, apenas triste. Simplesmente porque passei a preferir um pouco mais de verdade - um pouco mais de dor - ao menos daqueles a quem dedicarei o meu amor.
Sinto pelos inocentes. São raros e belos, os inocentes. Mas não serei eu a macular suas peles alvas - eles também escolheram fechar os olhos. Ou será que já estão abertos? Talvez tenham abraçado seus santos barrocos em toda a sua inverdade. Mas como não o sei, que seja eu o vilão.
Sejam felizes, inocentes e culpados! Que não existem, afinal... Errado estou eu. Ou certo. De qualquer forma, neste momento não nos pertencemos mais.
Quem sabe um dia?
Conversando com o Rapha, dei-lhe meus sinceros parabéns: ao contrário de quase todos nós, ele me demonstrou ter coragem de assumir ser quem é, de deixar as regras claras e de não se desesperar enquanto quem as aceite não vem. É por aí - e oxalá ele se mantenha firme. Infelizmente quase todos nós não somos assim. Continuamos a preferir a mentira, apenas para não precisarmos encarar que adoramos santos que são de barro. Tão de barro como quase todos nós (como eu mesmo), aliás, então não deveria haver culpa ou decepção.
Mas vejo o aplauso à ilusão. À percepção entorpecida de algo que apenas eu conheci de verdade.
A verdade... Sempre uma escolha dura, essa tal de verdade... Sempre nos expõe fracos. Não sou dono da verdade. Nem sei se estou mesmo certo - me negaram a possibilidade de saber. De perguntar. Me afasto, então. Não com raiva, apenas triste. Simplesmente porque passei a preferir um pouco mais de verdade - um pouco mais de dor - ao menos daqueles a quem dedicarei o meu amor.
Sinto pelos inocentes. São raros e belos, os inocentes. Mas não serei eu a macular suas peles alvas - eles também escolheram fechar os olhos. Ou será que já estão abertos? Talvez tenham abraçado seus santos barrocos em toda a sua inverdade. Mas como não o sei, que seja eu o vilão.
Sejam felizes, inocentes e culpados! Que não existem, afinal... Errado estou eu. Ou certo. De qualquer forma, neste momento não nos pertencemos mais.
Quem sabe um dia?
Comentários
Dignidade traduz essa frase.
Mas, a coisa esta bem criptografada hoje. haja lupa para tanto hieróglifo.
Beijos
A vida é feita de escolhas e a atitude faz toda diferença!
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